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Projeção eleitoral 2026: as forças políticas e os favoritos que devem desenhar as bancadas de Santa Catarina

Levantamento dos portais Visão+ e Brusque Discover detalha a projeção de possível divisão de cadeiras na Câmara dos Deputados e na Alesc para o pleito do próximo domingo, 4

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A poucos dias do pleito do próximo domingo, 4 de outubro, os cenários eleitorais em Santa Catarina entram na fase de afunilamento decisivo. Em uma iniciativa conjunta de análise política, os portais Visão+ e Brusque Discover apresentam uma projeção das bancadas que serão formadas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

A avaliação toma como base as movimentações partidárias, o histórico das nominatas e o comportamento do eleitorado no estado, projetando tanto os intervalos de cadeiras quanto o número definitivo estimado pela análise dos dois veículos de comunicação.

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Para o cargo de deputado federal, a projeção do quociente eleitoral aponta a necessidade de 250 mil votos para atingir 100% da vaga, sendo 200 mil votos correspondentes a 80% e 50 mil votos equivalentes à regra dos 20%.

Neste cenário de 16 vagas em disputa por Santa Catarina, a projeção consagra a força do Partido Liberal (PL) no estado. O levantamento indica que a legenda deve obter seis cadeiras na análise final, dentro de uma margem que varia entre cinco (mínima) e sete (máxima).

Na lista de favoritos do PL figuram nomes de projeção estadual e nacional: Jair Renan Bolsonaro, Daniel Freitas, Daniela Reinehr, Ismael dos Santos, Júlia Zanatta, Ricardo Guidi, Zé Trovão, Sargento Lima e João Paulo Kleinubing.

Na sequência, consolida-se um bloco equilibrado entre legendas tradicionais e federações. A Federação União Progressistas aparece com projeção de duas cadeiras (mínima de duas e máxima de três), tendo como cotados Zé Milton Scheffer, Fábio Schiochet, Carlos Moisés, Jean Pirola e Ângela Amin.

O MDB mantém patamar semelhante, projetando duas cadeiras (mínima de duas e máxima de três), com destaque para Rafael Pezenti, Valdir Cobalchini e Rodrigo Coelho.

A Federação PT/PCdoB/PV também projeta duas cadeiras (mínima de duas e máxima de três), impulsionada por nomes como Ana Paula Lima, Pedro Uczai, Carla Ayres e Giovana Mondardo. O Republicanos figura com projeção de duas cadeiras (mínima de uma e máxima de duas), impulsionado por Jorge Goetten, Geovânia de Sá e Paulo Alceu.

Completando a representação federal, o Novo projeta uma cadeira (mínima de zero e máxima de uma), com disputa entre Gilson Marques, Rodrigo Livramento e Bia Borba. O PSD também aparece com projeção de uma cadeira (mínima de zero e máxima de uma), tendo como favoritos Júlio Garcia e Raimundo Colombo.

O Podemos figura com intervalo de zero a uma cadeira, mas a projeção final aponta para zero vagas conquistadas, figurando como cotados Paulinha e Danilo Visconti. Os demais partidos não atingem projeção de cadeiras.

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Para a Alesc, cuja disputa envolve 40 vagas, o quociente eleitoral projetado é de 110 mil votos para 100%, 88 mil votos para 80% e 22 mil votos para a faixa de 20%.

O PL estende sua força regional e aparece com a maior bancada projetada, estimando-se 14 cadeiras (mínima de 13 e máxima de 15). Entre os cotados do partido estão Alex Brasil, Ana Campagnolo, Camilo Martins, Jessé Lopes, Deco Batisti, Marcius Machado, Marcos da Rosa, Maurício Peixer, Oscar Gutz, Carlos Humberto, Ivan Naatz, Jair Miotto, Bruno Souza, Chica do Eskudlark, Mario Hildebrandt, Massocco e Guilherme Colombo.

Na disputa pelas demais posições, o MDB se consolida como a segunda força projetada, com cinco cadeiras (mínima de quatro e máxima de seis), destacando-se Fernando Krelling, Jerry Comper, Mauro de Nadal, Tiago Zili, João Cobalchini e Emerson Stein.

Em seguida, a Federação União Progressistas projeta quatro cadeiras (mínima de quatro e máxima de seis), com favoritismo para Gean Loureiro (União), Altair Silva (PP), Pepê Collaço (PP), Sérgio Guimarães (União), Silvio Dreveck (PP) e Vicente Caropreso (União).

A Federação PT/PCdoB/PV também projeta quatro cadeiras (mínima de quatro e máxima de cinco), representadas no grupo principal por Fabiano da Luz, Luciane Carminatti, Neodi Saretta, Padre Pedro, Paulo Eccel e Jean Volpato. O PSD projeta igualmente quatro cadeiras (mínima de três e máxima de cinco), destacando Mário Motta, Napoleão Bernardes, Berlanda, Clésio Salvaro, Marlene Fengler e José Thomé.

O Republicanos atinge a marca projetada de três cadeiras (mínima de duas e máxima de quatro), impulsionado por Sérgio Motta, Lucas Neves, Jean Kuhlmann, Anna Carolina e André Moser.

Entre legendas de porte médio e emergente, o Novo projeta duas cadeiras (mínima de uma e máxima de três), com Matheus Cadorin, Cryslan, Odair Tramontin, Neto Petters e Isadora Piana. O Podemos projeta duas cadeiras (mínima de uma e máxima de três), sob o favoritismo de Osmar Teixeira, Fábio Botelho, Gilberto Leal e Jorge Krüger.

Encerrando a composição da Alesc, o PDT projeta uma cadeira (mínima de uma e máxima de duas), com disputa entre Rodrigo Minotto, Luciano Buligon e Gui Pereira. A Federação PSOL/Rede aparece com projeção de uma cadeira (mínima de zero e máxima de uma), representada por Marquito e Leonel Camasão.

A Federação PSDB/Cidadania registra variação de zero a uma cadeira, mas a análise final aponta zero vagas, figurando Marcos Vieira entre os cotados. Outras siglas não pontuam nas projeções.

As urnas do próximo domingo confirmarão a distribuição definitiva do poder político catarinense para os próximos quatro anos.

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